quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Único banco de germoplasma de côco do país fica em Sergipe

Banco possui duas bases coordenadas pela Embrapa.
Informações sobre o banco pode ser gerado através de parcerias

Bancos de germoplasma são unidades conservadoras de material genético de variedades de plantas, visando à melhoria delas. Os únicos bancos de germoplasma de coco do país ficam em Sergipe e atraem visitantes interessados em obter os conhecimentos das pesquisas realizadas neles.
O banco foi criado em 1982 e possui duas bases coordenadas pela Embrapa Tabuleiros Costeiros. Uma fica no campo experimental, no povoado Betume, na cidade de Neópolis e a outra, no município de Itaporanga. No banco pode ser encontrados espécies de côco anão e gigante de vários estados e países que também compõem a rede de recursos genéticos de côco.
“O banco é uma estrutura física e neles guardamos recursos genéticos que possuem várias entradas que são diferentes geneticamente e que tem o potencial de uso para várias atividades”, explica Semíramis Ramalho, pesquisadora da Embrapa.
Em Itaporanga o cultivo das variedades de cocô ocupa uma área de 25 hectares. Os coqueiros são catalogados, criando uma espécie de identificação, sendo todos os dados comparados com outros bancos internacionais.
Informações sobre o banco pode ser gerado através de parcerias com a Embrapa
Fonte://
http://g1.globo.com/se/sergipe/noticia/2012/05/unicos-bancos-de-germoplasma-de-coco-do-pais-ficam-em-se.html

Ataques de pragas prejudicam lavouras de coco em Petrolina, PE

No sertão do estado, os problemas estão graves.
Em muitas propriedades, boa parte da produção foi perdida.

Cachos bonitos, pesados e com cocos cheios de água. Em uma plantação de dois hectares da variedade anão, Jailton de Souza chega a colher mais de 12 mil cocos por mês. A produção não é afetada pela seca, graças à irrigação feita com água do Rio São Francisco.
Apesar da qualidade dos frutos, os preços não estão bons. Nesta época do ano, eles costumam cair. Enquanto um coco no verão sai por até R$ 1,15, o preço no inverno não passa de R$ 0,30.
Além dos preços baixos, típicos da estação, os produtores de coco estão com outro grande problema: a incidência de pragas.
São três pragas. O ácaro rajado, que parte a casca do coco, a mosca branca do coqueiro, que muda a cor da palha, e a traça da inflorescência, conhecida popularmente como broca.
A plantação de Givanildo Vieira é uma das mais atingidas pela broca. Dos 1,5 mil coqueiros existente nos oito hectares de terra, todos estão contaminados.
De acordo com o agrônomo Pedro Ximenes, as pragas podem ser combatidas com a retirada das partes afetadas. O material deve ser queimado. No caso da mosca, ele diz que existem agrotóxicos que servem de repelente, mas são pouco eficazes
http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2013/07/ataques-de-pragas-prejudicam-lavouras-de-coco-em-petrolina-pe.html